Podemos definir produtividade segundo KELLOGG
(1981), como sendo a relação entre produto gerado por homem-hora. De
maneira mais genérica, podemos definir como sendo a relação entre as
saídas e as entradas de um processo produtivo, isso gera o que
chamamos de um sistema produtivo, ou seja, o projeto (obra) é um
sistema decomponível em partes ou subsistemas, que possui um conjunto
de serviços ordenados logicamente, inter-relacionados, interagentes e
interdependentes.

O sistema produtivo é composto pelos seguintes fatores de entrada:
- Mão-de-obra;
- Materiais;
- Equipamentos.
Esses fatores iram interagir entre si, materializando o produto,
gerando o processo de execução do serviço e dando origem ao produto
final, ou seja, a saída do sistema produtivo.

O processo de execução é o elo entre a entrada e a saída do sistema
produtivo, o tipo de processo adotado, o planejamento e o gerenciado,
são fatores determinantes para que esse processo de execução seja
realizado dentro das condições de prazo, custo, qualidade e segurança
pré-estabelecidos.
Para que se possa ter uma idéia de produtividade, é necessário que
se tenha um processo de execução, desenvolvido dentro de uma
metodologia de trabalho, para que se possa monitorar a produtividade
da mão-de-obra e acumular os seguintes dados:
- Numero de funcionários envolvidos no serviço;
- Tempo de execução do serviço;
- Tempo de transporte do material;
- Fatores externos;
- Definição do material usado;
- Definição e uso de equipamentos empregados.
Esses dados são calculados em função da mão-de-obra, que é o fator
mais importante dentro do sistema produtivo. Podemos definir a
produtividade da mão-de-obra como sendo, a razão entre a quantidade de
mão-de-obra medida em homens-horas e a quantidade de serviço
produzido.
Esses dados são os indicadores de medição da produtividade,
portanto conhecer esses indicadores de medição é simplesmente calcular
índices de produtividade, que serão avaliados e comparados de forma
corretiva ou não.